Hoje eu pretendia ressuscitar o Balcão com uma coisa que tinha pensado em escrever, baseada num instante em que vivenciei ontem na Unicamp, que se chamaria “A Garota do Guarda-chuva Amarelo”. No entanto, é irônico pensar que esse texto deverá ser adiado por tempo indeterminado porque existe outro que deve ressuscitar o Balcão nesse momento, embora o tema seja o oposto de uma ressurreição…
Nessa noite morreu Napoleão, o cãozinho mais fofo e mais forte que já existiu… E é entre lágrimas que eu queria deixar marcado aqui, na breve eternidade da internet e no ócio criativo que é a dor, minhas últimas palavras e meu amor por esse bichinho.



